Ambilog

30.6.06

Reduza, Ajude!

(mais informações no site http://ec.europa.eu)

Reduza
Pode poupar muita energia e dinheiro se não aquecer a sua casa em demasia. Reduzir a temperatura em apenas 1°C pode significar menos 5-10% na conta total de energia do seu lar e evitar até 300 kg de emissões de CO2 por família e ano.


Pode reduzir de forma rentável o montante da energia que utiliza para aquecer a sua casa programando o seu termóstato para que, durante a noite ou enquanto estiver fora de casa, a temperatura predefinida seja baixa e, na altura em que acordar ou voltar para casa, a temperatura esteja novamente numa regulação confortável. Isto poderá reduzir a conta do seu aquecimento em 7-15%.

Pense em substituir os antigos vidros normais das suas janelas por vidros duplos - isto requer um pouco de investimento à cabeça, mas irá reduzir para metade a energia desperdiçada através das janelas e revelar-se-á rentável a longo prazo. Se optar pela melhor solução que existe no mercado (vidros duplos assentes em estrutura de madeira com vidro de 'baixa emissão' e com gás Argon), pode mesmo poupar mais de 70% da energia perdida.

Ao arejar a sua casa, abra as janelas uns minutos em vez de deixar o calor escapar durante um longo período de tempo. Se deixar uma pequena abertura durante todo o dia, a energia necessária para manter a casa quente por dentro durante seis meses de frio (temperatura exterior de 10ºC ou menos) seria praticamente equivalente a 1 tonelada de emissões de CO2.

Um bom sistema de isolamento é uma das formas mais eficazes de reduzir as emissões de CO2 e de poupar energia a longo prazo. A perda de calor através das paredes, telhado e pavimento é habitualmente mais de 50% da perda de calor global. Isole os seus depósitos de água quente, os canos do aquecimento central, bem como as cavidades das paredes, e coloque película de alumínio por trás dos radiadores.

Lembre-se que é importante o local onde coloca o seu frigorífico e arca congeladora - se os colocar perto do fogão ou da chaleira irão consumir muito mais energia do que se estiverem num local próprio. Por exemplo, se os colocar numa cave quente onde a temperatura é de 30-35ºC, o gasto de energia praticamente duplicará, resultando em mais de 160 kg de emissões de CO2 para os frigoríficos por ano e 320 kg para as arcas congeladoras.

Se tiver um frigorífico velho ou congelador, descongele-os regularmente. O melhor seria substituí-los por modelos mais recentes com ciclos de descongelação automática e que são geralmente até 2 vezes mais económicos em termos de energia que os modelos mais antigos. Quando comprar novos electrodomésticos (não apenas frigoríficos mas também máquinas de lavar roupa, louça, etc.), escolha os que têm a etiqueta de Classe A+ europeia, o que significa que são muito eficazes - mas compare também o consumo de energia entre os electrodomésticos de Classe A+, uma vez que esse valor pode variar.

Tenha cuidado com as regulações - se regular o seu frigorífico para a temperatura mais baixa, não só irá consumir mais energia, como os alimentos correrão o perigo de não ficarem tão frescos durante tanto tempo, pois poderão estragar-se devido a ficarem congelados.

Faz sentido evitar colocar alimentos quentes ou mornos no frigorífico. Poupará energia deixando-os arrefecer primeiro antes de os colocar no frigorífico.

Poderá querer verificar se a água está demasiado quente. O termóstato do seu termoacumulador não tem de estar regulado para mais de 60ºC. O mesmo sucede com a caldeira do aquecimento central. Lembre-se que 70% da energia utilizada nos lares da UE é gasta em aquecimento geral e os outros 14% no aquecimento da água.